Energia elétrica convertida em calor fica armazenada no sal fundido. Entenda como funciona a nova superbateria.
Já pensou em usar sal para fornecer energia para sua casa? É isso que um grupo de cientistas dinamarqueses conseguiu fazer com uma superbateria movida a sal… fundido.
Ok, esse não é o sal de cozinha, mas não deixa de ser interessante um dispositivo capaz de converter eletricidade em calor, elevando a temperatura do sal para 600°C. A bateria consegue armazenar cerca de 1 GWh e pode abastecer pelo menos 100 mil casa por 10 horas com eficiência de 90%.
O sal usado é o sal de hidróxido fundido, derivado do cloro. Ele pode armazenar energia por até duas semanas utilizando uma tecnologia patenteada de dois tanques.
Basicamente, fontes de energias renováveis carregam a bateria, que converte essa energia em calor. Para “descarregar”, o dispositivo faz o sal circular através de um gerador de vapor. Esse gerador pode ser usado para alimentar turbinas e gerar eletricidade novamente. O sistema armazena energia renovável em sal fundido.
A pesquisa é fruto de uma colaboração entre os especialistas em engenharia de fluidos da Sulzer e a empresa de energia Hyme Energy.
“O armazenamento de energia com sais fundidos é uma oportunidade tentadora para ajudar a descarbonizar a indústria e acelerar a transição energética, seja em termos de recuperação de calor, armazenamento de energia renovável ou pequenos reatores modulares (SMRs)”, disse Benoît Martin, gerente de engenharia avançada da Sulzer ao Interesting Engineering.
“Nossa solução confiável converte energia renovável intermitente em calor verde consistente e flexível, possibilitando a descarbonização sem comprometimento”, completou a Hyme Energy em nota.
A Hyme Energy está desenvolvendo o que é considerado o maior sistema de armazenamento de energia térmica industrial do mundo, um local de 200 MWh em Holstebro, Dinamarca. O projeto deve ser usado na indústria alimentícia do país.
"QUEM ACREDITA SEMPRE ALCANÇA." | "O SENHOR É MEU PASTOR, NADA ME FALTARÁ." - SALMO 23:1.
sexta-feira, 28 de março de 2025
Superbateria pode abastecer mais de 100 mil casas com sal fundido
Colgate afirma que não vai recolher creme dental interditado pela Anvisa
A decisão da agência foi motivada por relatos de alergias graves entre consumidores do produto.
A Colgate anunciou que, por enquanto, não realizará o recolhimento do creme dental Total Clean Mint, mesmo após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ter determinado a interdição do produto na quinta-feira, 27 de março.
A decisão da agência foi motivada por relatos de alergias graves entre consumidores da pasta de dente.
De acordo com as normas da Anvisa, produtos interditados devem ter a venda suspensa até que sua segurança seja comprovada, em um prazo de até 90 dias.
No entanto, a Colgate recorreu da decisão, o que, segundo a própria empresa, resultou na suspensão imediata da interdição.
Apesar do impasse, a companhia afirmou que seguirá todas as determinações da Anvisa para demonstrar a segurança do creme dental.
Tecnologia é aliada estratégica para ganho de eficiência
Pesquisa mostra que 79% das empresas investirão em recursos tecnológicos para melhorias de trabalho.
As empresas brasileiras apostam na tecnologia para ganhar eficiência. É o que mostra uma pesquisa com 3 600 companhias de quinze países feita pela Infor, desenvolvedora americana de softwares.
No Brasil, 74% dos consultados planejam elevar a produtividade em 20% dentro de cinco anos, ante 74,8% da média global. Para tanto, 79% investirão mais em tecnologia.
Para James Barroso, diretor de estratégia da Infor, os investimentos renderão mais se forem acompanhados por projetos para fortalecer uma “cultura organizacional orientada por dados”.
Leia mais em: https://veja.abril.com.br/economia/tecnologia-e-aliada-estrategica-para-ganho-de-eficiencia/
quarta-feira, 19 de março de 2025
STF forma maioria para que Moraes, Zanin e Dino permaneçam em julgamento de golpe
Um dos recursos foi movido pela defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), solicitando a exclusão dos três ministros do julgamento
O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria, na tarde desta quarta-feira, 19, para manter os ministros Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin e Flávio Dino nos julgamentos sobre a tentativa de golpe após as eleições de 2022. Anteriormente, em 28 de fevereiro, os pedidos de afastamentos dos ministros já haviam sido negados por Luís Roberto Barroso, presidente do STF.
O recurso das defesas do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), do ex-ministro Walter Braga Netto e do ex-secretário da Presidência Mário Fernandes entrou na pauta do plenário virtual da Corte e começou a ser julgado às 11h desta terça, atingido a maioria de forma rápida. O julgamento ainda segue até às 23h59 min desta quinta-feira, 20.
STF julga nesta quarta pedido de defesa de Bolsonaro para afastar Dino, Zanin e Moraes da análise de denúncia sobre golpe
Votaram para manter os ministros no julgamento o presidente da Corte e relator, Luís Roberto Barroso, Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Cristiano Zanin e Luiz Edson Fachin - os ministros envolvidos nos pedidos não votaram nas análises dos próprios impedimentos.
Moraes, Zanin e Dino integram a Primeira Turma do STF, que julga o recebimento da denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) a partir de 25 de março.
O recebimento da denúncia determina se os denunciados passarão a ser réus. Bolsonaro, Braga Netto e mais seis denunciados serão julgados pela Primeira Turma em 25 de março. O julgamento da denúncia contra Mário Fernandes ainda não tem data definida, mas já foi liberado por Moraes, relator do caso.
Se os três ministros alvos das arguições de impedimento e suspeição forem afastados do julgamento, a Primeira Turma do STF ficará sem quórum para analisar a denúncia da PGR, forçando a remessa do caso ao plenário da Corte.
A defesa de Jair Bolsonaro pediu o afastamento de Cristiano Zanin com a alegação de que o ministro, antes de ingressar no STF, foi advogado de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), rival do ex-presidente, além de já ter ajuizado uma ação eleitoral contra a chapa do PL nas eleições de 2022, encabeçada por Bolsonaro. Quanto a Flávio Dino, os advogados do ex-presidente argumentam que o ministro, enquanto governador do Maranhão, protocolou uma queixa-crime contra Bolsonaro em 2020.
Já as defesas de Braga Netto e Mário Fernandes queriam afastar Alexandre de Moraes e Flávio Dino. Quanto ao relator, argumenta-se que a manutenção do acordo de colaboração de Mauro Cid evidenciou a "parcialidade" do ministro; sobre Dino, alega-se que o magistrado, enquanto ministro da Justiça à época dos fatos narrados na denúncia, não pode se comprometer com o julgamento.
Os argumentos das três defesas foram rejeitados por Barroso. O presidente do STF não viu configurada nenhuma das hipóteses para o afastamento de magistrados prevista pelo Código Penal. Segundo Barroso, as defesas fizeram uma interpretação "extensiva" da legislação, não cabendo o afastamento dos juízes.
(*Com informações de Estadão Conteúdo)
terça-feira, 18 de março de 2025
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